Franco Tomatis nasce a Casanova, a poche centinaia di metri dalla storica Abbazia cistercense. Era il medesimo anno in cui entrava in vigore la Costituzione della Repubblica del nostro Paese; la quale, tra diversi altri fondamentali princìpi, sancisce: L’arte e la scienza sono libere…
Sarà solo una semplice coincidenza, ma la Libertà e l’Arte hanno sempre condizionato il suo percorso; iniziato in quella Frazione sperduta tra verdi e profumati prati della Provincia di Torino.
Dopo la scuola materna però si trasferisce con la famiglia nella vicina Carmagnola.
Frequenta poi le scuole superiori a Fossano, in collegio. Dopo il servizio militare è finalmente libero di poter dedicare parte del suo tempo per visitare mostre d’arte e musei. Lo entusiasmano in particolare le incisioni e per esse nasce una vera attrazione. Negli anni Settanta inizia con profondo impegno a intagliare e a incidere, alternando la silografia alle altre tecniche calcografiche. Successivamente si affascina anche al complesso procedimento di stampa che lo porterà a imprimere le sue matrici.
La passione per l’incisione e per la stampa lo condurranno anche a sperimentare metodi originali. Negli anni ottanta frequenta a Torino un corso per il restauro dei dipinti; sempre in quegli anni, a Venezia, partecipa a un corso per realizzare la carta con l’antica tecnica manuale e, l’anno seguente, a quello per il restauro di libri. Sono mestieri artigianali avvincenti le cui tecniche gli torneranno utili nei suoi molteplici lavori nel campo dell’arte.
Verso la fine degli anni novanta si dedica anche alla realizzazione di libri d’artista usando, oltre alla carta, i materiali più eterogenei: cemento, plexiglas, fusioni a cera persa, legno e tessuti. Fin dall’età giovanile è stato affascinato dalla fotografia; ne studia la tecnica e, in tempi successivi, passa intere giornate in camera oscura a stampare le sue fotografie in bianco e nero. Dalla fine degli anni Ottanta ha ricercato immagini fotografiche originali, rifuggendo dagli artifici informatici. L’acqua, e in particolare i suggestivi riflessi che essa offre in determinate condizioni ambientali, sono le fotografie che predilige fissare sulla classica pellicola o nella memoria delle fotocamere digitali.
Ha partecipato a diverse mostre collettive e allestito personali, sebbene preferisca dedicarsi ai suoi lavori artistici piuttosto che occupare tempo a esporli.
Nelle cartelle che seguono si possono osservare alcune sue opere realizzate con differenti tecniche.
Negli ultimi anni ha avuto un ruolo curatoriale in alcune interessanti rassegne in parte visibili nella successiva pagina mostre.
Svolge la sua attività a Torino e Carmagnola.
Franco Tomatis nasceu em Casanova, a poucos metros de distância da Abadia Cisterciense histórico. Foi o mesmo ano em que a Constituição da República do nosso país entrou em vigor; que, entre outros princípios fundamentais, sanções: Arte e Ciência são livres ...
Isso só pode ser uma mera coincidência, mas Liberdade e Arte sempre determinou o seu caminho, que teve início em que aldeia abandonada nos campos verdes e com cheiro doce na província de Turim .
No entanto, após a escola maternal, ele se mudou com sua família para a vizinha Carmagnola. Ele, então, foi para a escola em uma faculdade em Fossano. Após o serviço militar, ele estava finalmente livre para dedicar parte de seu tempo para visitar exposições de arte e museus. Ele ficou especialmente fascinado por gravuras, que logo se tornam uma atração real. Na década de 1970 ele começou a escultura e gravura, xilogravura explorar em conjunto com outras técnicas gráficas. Depois, ele teve interesse no processo de impressão complexo, o que acabaria por levá-lo para gravar suas próprias matrizes. Sua paixão pela gravura e impressão também fazê-lo experimentar novos métodos. Na década de 1980 ele participou de um curso em Turim, a pintura restauração; nos mesmos anos, em Veneza, ele participou de um curso para aprender a fazer o papel de acordo com a técnica manual de idade, e, no ano seguinte, em um livro para a restauração. Aqueles foram envolvente artesanato, cujas técnicas viria a revelar-se útil em vários de seus trabalhos no campo da arte.
Perto do final da década de 1990, ele também virou-se para a criação de livros de artista utilizando, além do papel, os mais diversos materiais: cimento, plexiglas, fundição de cera perdida, madeira e têxteis. Desde a mais tenra idade, ele ficou fascinado com a fotografia; ele estudou sua técnica e, mais tarde, ele teria passado dias na câmara escura imprimir suas fotos em preto e branco. A partir do final da década de 1980 ele buscou imagens fotográficas originais, evitando todos os dispositivos computadorizados. Água, especialmente aquelas reflexões evocativas que ela oferece em condições climáticas específicas, é seu assunto preferido que ele prefere para gravar em filme tradicional ou na memória de câmeras digitais.
Ele participou a diversas mostras colectivas e poessoais, mesmo que prefira se dedicar a seus trabalhos artísticos que ocupar seu tempo em os espor.
Nas pastas que seguem se podem observar algumas das suas obras realizadas com diferentes técnicas.
Nos últimos anos teve um papel de curador em alguns interessantes eventos em parte visíveis na sucessiva pagina mostras.
Ele trabalha em Turim e Carmagnola.
Franco Tomatis was born in Casanova, a few yards away from the historic Cistercian Abbey. It was the same year when the Constitution of our country’s Republic came into force; which, among other fundamental principles, sanctions: Art and Science are free…
This might only be a mere coincidence, but Freedom and Art have always determined his path, which started in that forlorn hamlet in the green and sweet-smelling fields in Turin province.
However, after nursery school he moved with his family to nearby Carmagnola.
He then went to high school in a college in Fossano. After military service, he was at last free to devote part of his time to visiting art exhibitions and museums. He was especially fascinated by engravings, which soon become a real attraction. In the 1970s he started carving and engraving, exploring woodcut together with other graphic techniques. Afterwards, he took interest into the complex printing process, which would eventually lead him to engrave his own matrixes.
His passion for engraving and printing would also make him experiment new methods. In the 1980s he attended a course in Turin on painting restoration; in the same years, in Venice, he took part in a course to learn how to make paper according to the old manual technique, and in the following year in one for book restoration. Those were engaging crafts, whose techniques would later prove useful in several of his works in the art field.
Toward the end of the 1990s, he also turned to the creation of artist’s books using, aside from paper, the most diverse materials: cement, plexiglas, lost-wax casting, wood and textiles. Since a very young age he was fascinated with photography; he studied its technique and, later on, he would spent days in the darkroom printing his photos in black and white. From the end of the 1980s he sought original photographic images, avoiding all computerised devices. Water, especially those evocative reflections it offers in specific weather conditions, is his favourite subject which he prefers to record on traditional film or on the memory of digital cameras.
He has participated in several group exhibitions and held personal ones, although he prefers to concentrate on his artistic work rather than occupying time to expose them. In the folders that follow you can observe some of his works made with different techniques.
In recent years he had a curatorial role in some interesting exhibitions partly visible on the next pages.
He works in Turin and Carmagnola.